E a meia noite do dia primeiro de janeiro de 2011 se aproxima. Muitos sentiram falta de pessoas com quem queriam estar naquele momento. Muitos farão desejos, que querem muito realizar. Muitos farão promessas que pretendem cumprir, mas que nem sempre será possível. Muitos desejaram voltar no passado, para concertar alguns erros. Erros que os fazem ser quem são. Muitos também vão desejar voltar no passado, para apenas reviver os bons momentos que passaram. Muitos irão desejar para a pessoa amada estar ali, junto dele(a). Desejos, promessas e vontades. Passado, presente futuro. Mas uma única certeza: que 2011 seja melhor que 2010. (ary leal)
quarta-feira, dezembro 29, 2010
terça-feira, dezembro 28, 2010
confusão de sentimentos;
Sabe quando você se sente confusa com algo, ou alguma coisa? E não sabe como lidar? E tem medo de magoar as pessoas, e se magoar? Eu tenho me sentido assim. De certa forma, criei um medo sobre essas coisas do coração, e ele sempre acaba me subindo a cabeça. Eu desenvolvi um medo de me machucar, muito grande. E sempre acabo ficando nervosa, e nunca sabendo o que dizer. Como agora, tentando colocar em palavras os meus sentimentos confusos. Não quero me precipitar com nada, como sempre me precipito. Nem ver coisas onde não tem. Estou tentando manter os meus pés no chão, para não me machucar lá na frente. (ary leal)
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sábado, dezembro 25, 2010
Confissões em uma manhã de natal.
Sabe, hoje visitando o flickr do César Ovalle e vendo as fotos dele (que pra mim é um fotógrafo ilustre, e uma referência para mim), fez com que eu me apaixonasse de novo pela fotografia. Uma paixão que o meu desânimo havia levado embora. E apesar que agora seja tarde de mais para voltar atrás, e eu me arrependa um pouco, estou feliz com o pouco que aprendi (quase nada, eu confesso) e pela experiência que eu tive. Talvez não seja realmente a hora, ou talvez seja e eu esteja perdendo uma oportunidade que muitos esperam. Simplesmente não sei. Minha vida anda uma confusão desde que vim pra cá, e eu perdi meu rumo. Não tenho esperanças, e nem ânimo pra muita coisa, a muito tempo. Tenho vivido assim, em frente uma tela de computador, e simplesmente não reclamo. Sim, há uma vida lá fora esperando para ser vivida, mas o meu medo e o meu mundo fechado me impedem que eu vá vivê-la. Tenho evoluído muito na escrita nesses meses, mas tenho deixado de viver. Percebo que perdi muita coisa. É final de ano, e posso dizer que só vivi a metade dele. A outra metade eu não sei, se perdeu entre madrugadas em um computador, ou dias inteiros dormidos. Meu primeiro semestre foi muito bom, conheci pessoas que sei que levarei pra sempre, por mais que eu perca o contato. Vivi coisas das quais não me arrependo, e se pudesse, voltaria atrás e faria tudo de novo. Também há coisas que eu me arrependo, como quando fiz a escolha de vir pra cá. Mas hoje vejo que era necessário. Eu precisava amadurecer, nem que fosse a 'força', vamos assim dizer. Mas agora, que amadureci, eu não sei mais a onde pertenço. Aquele sempre foi o meu lugar, e continua sendo, só que não sei e confesso que tenho medo, que não seja a mesma coisa quando eu voltar. Afinal, muita coisa aconteceu e ainda vai acontecer nesses meses que estou fora, não é mesmo? Pessoas novas aparecem, e outras vão embora, como eu. Eu não tenho mais certeza do meu lugar. Aqui, claro que é um bom lugar, isso e aquilo, e blablabla. Mas não é lá. E lá, não é aqui. Oportunidades que tenho lá, não terei aqui, e oportunidades que tenho aqui, claramente não terei lá. Só sei que eu não quero viver longe de meus amigos, como tenho vivido. E por mais que alguns deles sejam virtuais, não deixam de ser amigos, e mesmo assim quero estar o mais perto deles, possível. Mas também, bom não sei, é apenas algo que me surgiu agora - aqui é melhor para se viver. As oportunidades aqui, são melhores que as de lá, apesar de tudo. Não sei... Estou confusa, queria descobrir o meu lugar, a onde pertenço. Ter certeza de minhas vontades e desejos. Minha cabeça sempre foi um mar de confusão, mas agora o nível da água do mar aumentou. E não sei de mais nada. Tenho que fazer uma escolha - independente que algo já se perdeu - e quero que ela seja sensata. Que eu pense muito antes de fazê-la. Eu quero apenas descobrir o meu lugar...
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sexta-feira, dezembro 24, 2010
All I want for Xmas is you.
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baby
21 de Dezembro de 2012.
Hoje eu vi algo aqui (no caso, no tumblr), que me fez parar pra pensar. 2 anos. Apenas 2 anos de vida pela frente. É, eu acredito em 2012 mais do que tudo. E não tente mudar minha opinião, porque não vai consegui. Já tentaram, e foi um fracasso. Eu realmente acredito nisso. Desde janeiro de 2009, quando eu descobri sobre isso, eu acredito. Eu lembro que comecei a pesquisar na internet loucamente, e passava os dias estudando esse tal ‘fenômeno’. E de certa forma, ainda estudo. Tenho livros aqui, e pretendo comprar muitos livros mais, falando sobre isso, no decorrer do ano que vem, enfim. Em hora nenhuma, me desesperei. Na verdade, isso me fascina. Como os Maias, Incas, e muitas outras culturas previram tal acontecimento. É, talvez o mundo em si não acabe, mas a humanidade sim. E por mais que não, eu creio que pelo menos algo catastrófico irá acontecer. Vai soar egoísta, mas é, o mundo está precisando de uma ‘limpa’ mesmo. Até porque, serão os próprios humanos que causarão tal catástrofe. As pessoas não se importam com as outras, e muito menos com a Natureza, que vamos dizer, é “Mãe” de tudo. É, ela pode se revoltar viu? E vai, tenha certeza. Sendo em 2012, ou depois. Mas enfim, eu pensei muito sobre isso hoje, e decidi que farei desses 2 anos, os melhores da minha vida. Todo dia ao acordar, vou lembrar disso. Eu quero aproveitar meus últimos 2 anos aqui. E se não acabar realmente, bom, pelo menos terei feito tudo o que eu queria. Ano que vem, pretendo organizar minha vida de uma vez por todas, e me focar naquilo que eu realmente quero. Publicar meu livro -que pretendo começar escrevê-lo em breve-, estudar mais sobre esse tal fenômeno, sobre os Maias, e também sobre a Maçonaria. Essa ‘cultura’, vamos assim dizer, também me fascina. Os segredos que eles escondem, desde séculos atrás, e coisas assim. Se tivesse nascido homem, faria de tudo pra tentar entrar, porque pra mim é realmente algo que vale a pena. Um ponto de vista meu. Bom, resumindo isso tudo: se o mundo acabar ou não, viva como se cada momento, fosse o último. Porque assim, se a humanidade -e não o mundo, como dizem- acabar, você terá feito tudo o que quis, e não terá arrependimentos. Porque quando a catástrofe começar, você não terá pra onde fugir. (ary leal)
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quinta-feira, dezembro 23, 2010
Nostálgia
Passei a madrugada lembrando do passado. Um passado que está profundamente enraizado no meu presente. E que também estará no meu futuro. Num futuro não tão distante, que poderei viver novas histórias e aventuras, com os mesmos personagens do passaado. Cada vez mais, novas lembranças aparecem, e a nostálgia me domina. (ary leal)
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terça-feira, dezembro 21, 2010
A complexidade do sentimento;
“Quando eu escrevo, o coração diz, e a mente escuta. O coração manda, e a mente obedece. O coração é o chefe, e a mente o empregado. Não há verdade ou mentira, há apenas o sentiento que habita dentro de mim. Que me cura, e me envenena ao mesmo tempo. Que me corrói, mas também alivia o aperto no meu peito. É uma estranha sensação que me domina, e parece ser complexo demais, tentar explicar e escrever sobre isso. Essa complexidade me fascina, mas ao mesmo tempo me dá medo, por eu não saber a profundidade deste sentimento.” (ary leal)
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